sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Contagem regressiva.

Faltam exatamente vinte dias úteis para o término das aulas. Quatro anos de longas jornadas de idas e vindas. De sofrimento, de tristeza, de camaradagem, de dores de emoção, de companheirismo de parceria e de falta de tudo isso. Em quatro anos de convivência, nunca parei efetivamente para pensar no quanto realmente me fariam falta. Hoje, posso afirmar que a falta vai ser grande, mas que desejo a vocês sucesso profissional, pessoal e afetivo. Que consigam sempre ser os melhores como demonstram em nosso dia-a-dia. Sim, para mim vocês sempre serão imbatíveis. Profissionais éticos, seguros daquilo que fazem e que desempenham as atividade otimizando tempo e da melhor forma possível e sem se descuidar do nosso principal foco: encantar o cliente. Não posso dizer que me lembrarei de todos eternamente, por que nenhum de nós é eterno, mas posso dizer-lhes que lembrarei de todos da melhor forma possível e até quando eu respirar. Sentirei falta dos momentos passados, não por ter me apegado tanto a todos, mas por que, com toda certeza, gostaria de ter a oportunidade de viver tudo o que já vivemos novamente. Particularmente, nunca fui boa com as palavras, mas gostaria de poder lhes dizer neste pequeno texto que eu aprendi a gostar de cada um de vocês de uma forma especial e do fundo do meu coração. Desejo que sejam eternamente felizes meus quase-ADMINISTRADORES!

domingo, 25 de outubro de 2009

Física...=)

Meu cérebro tem processado as informações menos do que o normal nos últimos dias. Talvez seja o final de ano, ou o final de faculdade, o final de encontro com os nobres colegas, futuros administradores de empresas, ou o final de alguma coisa e o começo de outra, sei lá. O que será que eu tenho sentido nos últimos dias? O medo do que é incerto tem feito mais parte do meu mundo do já fez antes. Não sei ainda o que vou fazer ano que vem depois que pegar o diploma lá no dia 23. Ainda não sei se vou fazer o dito-cujo mestrado, ou se vou dar uma pausa em 2010, ou uma pós graduação. Não sei se vou gritar se vou chorar de alegria ou de tristeza por ter passado tão depressa. Diferente de algumas pessoas, eu acho que vou sentir muita saudade dos tempos de faculdade, mesmo que hoje eu diga que não agüento mais ir para aquele lugar, ouvir este ou aquele professor, que mesmo no meu ápice de estresse eu ainda ouço. Quero que tudo isso passe e ao mesmo tempo quero que fique para sempre. A amizade com os colegas, o fato de ter um bom lugar para se ir a noite, e a vontade imediata de que o tempo pare. Infelizmente a física nunca está ao meu lado. A inércia, a estática e todas as outras leis da física juntas, contra mim.

domingo, 18 de outubro de 2009

Queria e quero.

Sou divertida, animada. Nem sempre feliz, mas sobretudo alegre. Minha característica marcante é o falatório. Preciso que me amem. Meu cachorro, meu irmão. Não viveria sem meus amigos. Muito raramente grossa e às vezes estúpida. Não sou esnobe. Gosto de elogiar as pessoas. Sou relativamente simples. Adoro morangos. Música é a minha vida. Sonho em tocar piano um dia e talvez violino. Adoro carros pequenos, proporcionais ao meu pequeno tamanho. Sou loucamente atraída por doces, especialmente aqueles bem doces, tipo brigadeiro de panela. Adoro tomar sorvete de tarde. Queria ser escritora. Queria viver da música. Geralmente amo muito mais do que devo, mas ultimamente não amo ninguém. Não no sentido real e profundo da palavra, como eu costumo dizer. Amizade com certa facilidade e às vezes até me aproximo demais, demais. Sou extremamente sensível a tudo o que ocorre à minha volta. Amo todos os animais do mundo. Amo praia e mar. Preciso do carinho das pessoas. Reparo em tudo à minha volta. Sou muito observadora. Entrego-me às minhas amizades. Às vezes sofro por amar demais. De vez em quando entro em depressão. Sou a personificação da determinação. Agradeço a Deus pela voz da Marisa Monte e do Renato Russo. Amo Legião Urbana. Queria ser maior, mais alta e mais magra. Adoro receber elogios. Sou uma ostra com meus sentimentos. Adoro ouvir, tudo e à todos. Sou muito inconstante. Amo comer. Adoro sucos. Não gosto de abacaxi e refrigerante, nem pensar. Queria ter uma casa na serra. Queria morar no último andar de um prédio de vinte andares. Sou apaixonada por música. Incondicionalmente e desesperadamente. Chega até ser psicótico Odeio o calor. Amo o frio. Acho lindo homem de terno. Preciso muito da luz de Deus no meu caminho. Decepciono-me muito fácil com as pessoas. Amo viajar. Acho muito difícil, mas se por acaso eu vier a casar algum dia, minha primeira lua-de-mel será na França, a segunda nas Bahamas e a terceira em Londres. Tenho paixão pelo meu irmão. Gostaria de lavar menos louças e sorrir mais. Ficar menos tempo no computador, e mais tempo com os meus amigos. Não vejo a hora de terminar a faculdade, e começar outra logo depois. Quero me concentrar mais, ser mais simpática, mais querida, mais esforçada. Gostaria de correr pelo menos uma vez por semana. Queria trabalhar mais, para aprender mais. Me aperfeiçoar naquilo que eu faço, e fazer cada vez melhor. Um dia ainda verei o desabrochar da primavera com mais calma, e vou me concentrar mais nos desenhos das nuvens do céu. Ver um cachorro, um gato, um coração. Um dia vou fazer tudo isso, mas por ora, só planejo. Está um pouco difícil de respirar ultimamente. Talvez os “ares”estejam mais pesados, ou só meus pulmões tem mais dificuldade. Queria me expressar mais. Mas até pra escrever, não anda saindo nada direito. Como disse a amiga, amada: “Então desenhe, cante, ou corra como eu.” Mas sabe, Gabriela Cravo e Canela, não é auspicioso.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Cubo Mágico.

Eu virava de um lado e de outro, tentando combinar as cores exatas. Sempre gostei da combinação. Julgava algo de muito bom gosto, relacionar azul com azul, preto com preto, vermelho com vermelho e assim por diante. Desta vez tudo parecia bastante difícil. As cores não pareciam se encaixar de uma forma que eu julgasse mais apropriada. Quando aprendi, no entanto, que “A vida tem a cor que você lhe dá”, consegui compreender que o que nós pintamos pelas manhãs, é o que acontece normalmente o dia todo. Pude ainda, entender que meu objetivo talvez nunca fosse totalmente atingido e que as cores que juntei ao longo da vida nunca fossem fechar no misto que eu desejava: O arco-íris perfeito. Tarde demais. Não consegui combinar por que não gosto de laranjado.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

...

Deveria estar super animada, mas não estou. Viajar significa distancia. Distancia significa estar longe de você. Você que me tirou praticamente toda a tristeza do mundo e trouxe novamente uma alegria inexplicável. Mesmo com tudo subentendido, não gosto de meias palavras. Digo logo, sentirei saudades mesmo sendo por poucos dias, afinal, os dias são mais longos sem suas palavras de acalento, seu sorriso doce sempre tão simpático e querido, e sua presença insubstituível.
Aos amigos, uma rosa.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Quem sou?

"Sou um ser complexo e cheio de expectativas. Chego a cavar no fundinho da minha vida em busca de algumas respostas para as minhas freqüentes perguntas de “quem sou”. Sou alguém que pensa, imagina, sonha. Entre algumas meras miragens, pensei em ser artista, fotógrafa, pára-quedista, circense, teatróloga, cineasta. Já fui criança, brincalhona, engraçada. Voei no mais alto dos céus. Sempre em meus devaneios, misturei cores, arte, magia, poesia e esculpi aos poucos a música da minha vida. Sou côncava e convexa. Sou toda errada. Enquanto todos dormem, eu conto estrelas, admirada com seu brilho inconfundível. Sou vento, tempestade, brisa suave e amena. Sou amor sem razão, sem hora e sem mentira. Sou ventania, luminescência, claridade, alegria, ternura, pensamento. Sou filha, amiga, colega. Não sou rascunho, cópia, borrão e nem sou feita de ocasião. Um pouco menina, um pouco mulher. Delicada, discreta, moleca, poetiza. Às vezes doce e por vez ou outra, amarga mesmo tentando não ser."

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

É isso então.

Bem, estou aqui para dizer que a lista está quase completa. Sabe aquela? Dos “objetivões”do ano, ao qual eu não me canso de dizer que é a “Lista da minha felicidade”.
O “ pulo do gato” de ontem era revisar alguns tópicos. Quesitos interessantes que eu elenquei como sendo essenciais para a minha vida. Um verdadeiro balaio de oportunidades. Naquela época eu ainda estava meio iludida com uma falsa felicidade, que eu consegui descobrir haver em Deus.

“Deus ama muito você. Mais do que seu pai, mais do que sua mãe, mais do que seu namorado e que seu ex namorado” by Pedro Augusto.

Logo que chegue o final do ano, vou poder então, definitivamente pegar aquela lista, postada naquele inicio de ano, e riscar os tópicos que consegui transformar em realidade. Não consegui ainda, fazer um GOU nas Faculdades Guarapuava, mas fiquei feliz, por ontem, conseguir ajudar a começar o da Campo Real. Viagem pra Manaus? Eu fui e conheço. Lugar maravilhoso. Lindo, com pessoas queridas e amadas.

Vou ficando por aqui, ou a lista do fim do ano vai acabar sendo riscada hoje.


P.S: Gírias e chavões by Prof. S.C.Z

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Stop para os dias chuvosos de Guarapuava..

Com a letra "P"

Nome: Paulo
Animal: Pato
Carro: Punto
Fruta: Pêssego
Cor: Preto
Cidade, Estado ou País: Pato Branco (Daí.. hehehe)
Minha Sogra é: Perspicaz.
PDFN (vulgo, programa, desenho, filme ou novela): Premonição
Objeto: Papel.
Blog (não vale o que você tem): Parafusos e Nostalgias - Michele Matos

Enquanto a chuva cai, a gente posta.

domingo, 9 de agosto de 2009

Eco e não logia.

Férias do trabalho de novo.
Cansadíssima de ficar em casa já.
Ainda bem que eu tenho o Billy Joe.

“No coração já se ouve o som do eco titubeando sem parar. Antes o eco do que sinfonias melancólicas.”

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Nunca gostei.

Férias suínas originarias da gripe suína, também conhecida como Influenza A (H1N1).
Estive pensando em quantas pessoas estão morrendo no mundo hoje, vitimas dessa gripe, mesmo sem saber que poderiam estar doentes. Estive pensando nas pessoas que simplesmente morrem todos os dias vitimas de qualquer doença ou até mesmo vitimas de atentados, ou mesmo de morte natural.
Estive pensando o que as pessoas da minha família fariam se acontecesse algo comigo. Penso que se desesperariam. Minha mãe entraria em pânico, meu pai perderia o chão e a direção. Meus amigos, os verdadeiros, chorariam e sentiriam a minha falta nas brincadeiras, nos filmes, nos lanches e jantares. Meus colegas de faculdade certamente sentiriam minha falta na cadeira da frente, da primeira coluna da porta e do meu notebook ligado. Diriam meu nome solenemente na formatura.
Meus colegas do banco até sentiriam a minha falta ali na abertura de contas. Sempre com o mesmo rosto, às vezes cordial, às vezes simpático.
Só de pensar em não estar aqui algum dia, dói n’alma.
Então, pensemos em alegria.
Que tal uma xícara de café com leite e chantilly?