Parece divertido analisar a arte de ver uma mulher escolher uma roupa para vestir. Sempre parece um ritual, veste uma blusa, uma saia, uma bermuda, um shorts, um vestido e nunca ela se sente satisfeita. Parece que nunca está realmente bom o suficiente para aquela ocasião. (Mesmo que a ocasião seja apenas ficar em casa sentada no sofá, lendo o jornal da manhã).
E os sapatos? Aos olhos masculinos todos podem parecer iguais. Exatamente do mesmo modelo e cor, já no mundo feminino, qualquer fivela a mais, ou um strass a menos já fazem toda e qualquer diferença. Isso por que ainda nem chegamos aos acessórios...
Bolsas, colares, pingentes, anéis, pulseiras, tiaras, prendedores de cabelos, ufa... São tantas e infinitas opções.
Por que simplesmente não se faz um relógio de modelo padrão, uma pulseira padrão, roupas e calçados iguais?
Ser igual é chato. É comum... é sem emoção.
O bom mesmo é ser diferente, mesmo que ser diferente às vezes seja um pouco difícil.
“Ninguém pode fazê-la sentir-se inferior sem o seu consentimento.”
(Eleanor Roosevelt)
P.S: Quase chegando a hora de ir...saudades desde já de tudo aqui.
Dos primos e tios amados, da irmãzinha mais nova que eu ganhei (Nona, Nena, Manoela huahau)
Cinco dias pra ver pai, mãe, Vó, Sá, Jan, Chris e Biel.
Saudades de ainda te ter por perto...
Saudades de tudo e de todos!!
Um cemitério na cabeça
Há 6 anos
